Este artigo foi escrito por Carlos Merigo, do Brainstorm#9. Como concordo 100% com o que ele diz e também sou um fã do KISS, achei que seria legal compartilhar o post aqui também, reforçando a opinião do Merigo com esta minha simplória contribuição. O artigo na íntegra pode ser lido no site do B#9.

Para alguns eles são quatro palhaços de luxo que usaram a música como desculpa para ganhar dinheiro, para outros milhares formam a maior banda de rock do mundo. Desde que eu comecei acompanhar a carreira do KISS, por volta de 1996 (apenas um moleque de 15 anos) depois de explodir a cabeça com álbum “Destroyer”, nunca encontrei pessoas no meio termo: é sempre 8 ou 80, amor ou ódio, mas com a certeza de que a banda constitui um dos maiores impactos culturais da década de 1970.

Há quem, até hoje, acuse a banda de incompetência musical camuflada pela maquiagem e pelos efeitos especiais, ou acredite que não tem credibilidade alguma por causa de tanto merchandising. Mas uma resposta de Gene Simmons a um repórter que questionou a mesma coisa diz tudo: “Credibilidade? Está louco? Nós nunca tivemos credibilidade alguma, então por que devemos nos preocupar? Quanto mais dinheiro eu ganhar, melhor. Não estamos forçando ninguém a comprar nada. Se os fãs querem, o que podemos fazer senão satisfazer seus desejos?”.

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Se você ainda não sabe o que esse post tem a ver com esse blog (além do autor ser um fanboy), ainda não deve ter parado para pensar no KISS como uma marca. Nada aconteceu por acaso. Desde que começaram compondo e ensaiando em um apartamento minúsculo e imundo em Manhattan, Gene Simmons e Paul Stanley já planejavam criar um fenômeno musical, proporcionando ao público não só música e sim um espetáculo sonoro e visual completo.

Baseados em simples mas excelentes estratégias de marketing, alcançaram níveis de popularidade que muita banda séria jamais sonhou. Já começando pela criação de personagens, adicionando storytelling, como um grupo de super-heróis de diferentes personalidades. Maquiados e fantasiados de “The Starchild” (Paul Stanley), “The Demon” (Gene Simmons), “Space Ace” (Ace Frehley) e “The Catman” (Peter Criss). Como bem já disse J.J. Abrams: mistério vende, e assim mantiveram suas identidades “secretas” por mais de uma década.

Nos primeiros shows, ganhando 35 dólares por noite, o KISS era motivo de risos, piadas e deboches por grande parte do público, mas chamaram atenção de muita gente não só pela estética, mas porque já nesse início pareciam ter grande sucesso. Bobagem, eram ainda apenas pé-rapados.

Para passar a imagem de que eram uma banda famosa, contrataram o popular grupo Brats para abrir um show e mandaram convites para imprensa em nome do KISS. Como se já não bastasse, mesmo endividados até o último fio de cabelo, alugaram uma limousine para chegar ao local da apresentação em grande estilo.

Toda essa jogada de marketing não foi em vão. Dezenas de jornalistas e produtores de gravadoras compareceram ao show movidos pela curiosidade de ver quem eram aqueles ilustres desconhecidos que haviam contratado os famosos Brats para uma apresentação.

“Lotamos toda a primeira fila com camisetas feitas em casa, que continham o logotipo do KISS. Então, quando as pessoas entravam no clube e viam vários fãs vestidos com camisetas da banda, pensavam: – Esta banda deve ser importante”, revelou Gene Simmons sobre o primeiro grande show do KISS anos mais tarde. Alguém falou em marketing de guerrilha?

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Foi depois desse episódio que conseguiram um contrato com Neil Bogart, presidente da recém-inaugurada Casablanca Records, até então. O sucesso foi inevitável e o dinheiro começava a aparecer, mesmo assim a banda ainda adotava truques curiosos para economizar e impressionar o público. Entre outras manobras, eles amontoavam caixotes de madeira vazios com uma frente falsa no formato de amplificadores, construindo assim uma suposta parede gigantesca de amplificadores.

Tendo em vista que cada amplificador Marshall utilizado no palco custava na época o equivalente à US$ 600, a mídia se perguntava: “Como era possível que uma banda desconhecida possuísse tamanho equipamento?”.

O KISS é uma banda com slogan. A partir da turnê de “Hotter Than Hell”, uma mensagem acompanha todos os shows. Sempre ao início de cada apresentação, um mestre de cerimônias berra a seguinte frase: “You Wanted the Best and You Got the Best. The Hottest Band in the World, KISS!”. Esta repetição constante da mensagem tornou-se emblemática na carreira da banda, um slogan que marca, definitivamente, o conceito KISS de ser um super-grupo.

Nesta fase, surge o empresário Bill Aucoin, renomado profissional que passa a controlar os negócios do KISS. Começam a associar a imagem da banda em quase tudo, o que fazia que ficassem cada vez mais populares e arrecadassem mais dinheiro. Podia-se encontrar centenas de produtos com a marca do KISS, incluindo posters, lancheiras, fotos, radinhos de pilha, revistas, máquinas de fliperama, bottons, adesivos, carrinhos de brinquedo, jogos, quebra-cabeças, chaveiros, fósforos, gargantilhas, moedas comemorativas e cartões postais.

Ainda na década de 1970, funda-se o KISS Army, exército de fanáticos em todo o mundo que é comandado pela própria banda. O KISS Army responsabiliza-se, como um fã clube mundial, pela promoção e divulgação da banda, produzindo fanzines e comercializando diversos materiais relacionados ao grupo. Existe ainda uma curiosa lenda em torno do KISS Army, onde dizem que o fã-clube possui uma gigantesca fortuna que será distribuída como herança aos fãs após a morte de seus ídolos.

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Como se isso não bastasse, em 1978 o KISS realizou uma parceria com a Marvel Comics em mais uma estratégia de marketing. Lançaram uma revista em quadrinhos da banda, transformando Ace, Paul, Gene e Peter em super-heróis, tendo como base Capitão América, Super Homem e Homem Aranha. O detalhe é que as primeiras trezentas cópias da HQ continham sangue dos próprios músicos misturado com a tinta utilizada na impressão (você viu a Adidas fazer o mesmo há dois anos). No dia da retirada do sangue de cada integrante num laboratório americano, a imprensa acompanhou tudo de perto. Segundo declarações da banda, seria uma forma de “dar nosso sangue pelos fãs”.

Tudo isso transformou o KISS em uma banda com adoradores, e não apenas com fãs. A turnê mundial era monstruosa, com mais de 50 pessoas na equipe, 16 toneladas de equipamento pessoal, 24 toneladas de som, 17 toneladas de luz, 18 toneladas de cenário. Com o som e a iluminação eram gastos um milhão de dólares e só o custo do cenário estava avaliado em cerca de um milhão e cem mil dólares. Eram necessárias 24 horas de trabalho intenso para montar toda a estrutura do show. Tudo ficava pré-estabelecido nos contratos, desde a dimensão do local escolhido para a apresentação até caracterizações detalhadas sobre os camarins. E de escasso, o dinheiro passou a ser farto, nessa época a banda também já possuía seu próprio avião, chamado “Of Course”. Desde 1975 até 1980, o Kiss já havia percorrido cerca de três milhões de quilômetros.

Começaram a acontecer por todo o mundo as chamadas KISS Conventions, uma espécie de congresso em que os fãs trocavam informações, fotos, revistas, camisetas, etc. Nesses eventos, era possível conhecer desde sósias dos integrantes até roupas originais utilizadas nos shows. Ao final de cada evento, a banda realizava um show acústico em que os fãs determinavam o repertório. Além disso, o KISS concedia uma coletiva em que os repórteres eram o próprio público.

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Quando a banda se perdeu sonoramente na metade da década de 1980 e com a popularidade em queda, resolveram aparecer em público pela primeira vez sem maquiagem, dizendo que estavam cansados de seus personagens. Mais uma tentativa de chamar atenção da mídia e do público. No retorno da formação original, em 1996, o impacto também foi grande: convocaram uma misteriosa coletiva de imprensa e, sem ninguém esperar, apareceram maquiados e fantasiados novamente durante o Grammy.

O primeiro show dessa reunião teve os ingressos esgotados em 45 minutos, e em 1998 lançaram a turnê do disco “Psycho Circus”. Era o primeiro show 3D em tempo real da história da música. Na porta do estádio eram distribuídos óculos especiais para o público visualizar os efeitos em terceira dimensão. Além disso, explosões, fumaça, efeitos de luz e som, números cospe-fogo e cospe-sangue, 10 minutos de fogos de artifícios no encerramento. Uma produção nada modesta: foram desembolsados 10 milhões de dólares para que fosse realizada tal monstruosidade visual e sonora. Resultado: Foi a turnê mas lucrativa nos EUA na década de 1990, no ranking da revista Forbes.

85 milhões de álbuns vendidos depois, o KISS nunca foi elogiado pela crítica, provavelmente nunca vai ter uns de seus discos em uma lista séria de “melhores de todos os tempos” (apesar de eu achar que deveria ter pelo menos uns três), e sempre vão ser considerados palhaços de luxo por muitos, mas ainda assim deixaram uma marca indelével na história do rock e do show business. Pergunte para Pink Floyd, Stones e U2 em quem eles se inspiraram para produzir seus mega-shows, ou aos cariocas o que foi aquele 1983 no Maracanã.

E para responder a pergunta do título deste post, vale citar mais uma vez Gene Simmons, um dos maiores publicitários de nosso tempo. Quando perguntado pelo apresentador britânico Tony Wilson, em 1976, sobre o que era mais importante para a banda, se a música ou todo o circo de marketing, o baixista respondeu: “o público”.

» Leia o artigo na íntegra

Um plano de presença online passa por três Cs: conteúdo, comunidade e comércio. E em cada um deles existe uma transição a ser trabalhada, de forma integrada, rumo à venda ou conversão.
Por Mark Ducasble
Originalmente publicado no Webinsider

Quando foi a última vez que você realizou uma compra sem antes pesquisar sobre o produto/serviço desejado pela internet? Quantas vezes você estava decidido a efetuar um negócio e algumas opiniões negativas o fizeram mudar de ideia?

Antigamente, os canais de comunicação eram “unilaterais”. A mensagem era enviada e deveria ser absorvida pelo grande público. Não gerava troca de experiências, muito menos feedback por parte de seus interlocutores. Ou seja, as marcas falavam de si e apresentavam seus produtos de forma parcial, destacando sempre suas qualidades e criando situações, parte das vezes, irreais.

Com a internet esse “formato de comunicação” vem perdendo espaço. A web não democratizou apenas o acesso à informação, mas permitiu que vários novos canais surgissem. Canais de vários tamanhos e formatos. Alguns estruturados e de grande porte, outros tão pequenos como uma pessoa em relação à população de um grande país. Mas todos com sua própria audiência. Com isso novas vozes são ouvidas e as marcas perderam a força absoluta que detinham de falar de si próprias sozinhas.

Agora, a comunicação passa a ser “bilateral” ou interativa, como dizemos atualmente, e todos, que outrora só podiam ouvir, agora também têm espaço/oportunidade para falar. Portanto, mais importante do que falar, as empresas agora se preocupam em conversar com seu público. O estímulo gerado não é limitado à compra (embora este permaneça sendo o objetivo final), mas à interação, que acaba ocorrendo em vários níveis, permitindo às empresas interagir com seu mercado consumidor de uma maneira muito mais profunda e lucrativa.

Embora a internet já seja realidade e a necessidade de participar desse novo meio seja evidente, muitas empresas acabam negligenciando essa nova comunicação e protelam sua “inclusão digital”. O que acaba por permitir que os canais criados – mesmo que sejam poucos e pequenos – possibilitem que apenas pontos negativos de sua marca e seus produtos sejam evidenciados.

Muitas empresas ignoram a necessidade de participar do mundo online e não fazem ideia do que é dito pelos seus usuários nas várias redes sociais, blogs pessoais, e-mails e comunicadores instantâneos. Ficam à margem de vários problemas que poderiam ser facilmente evitados, caso se preocupassem um pouco mais em estruturar canais de comunicação interativos, ouvindo seus usuários e trabalhando junto com eles nesse novo mundo colaborativo que se desenha a cada dia.

Fazendo uma analogia com o mundo real, se milhões de pessoas passam por uma avenida na qual a única comunicação relacionada à sua marca é uma única pessoa com um pequeno cartaz falando mal de seus produtos, é muito provável que – mesmo que pequena – uma parcela das pessoas seja atingida por essa mensagem e evite entrar na sua loja. Ou seja, de início você já perdeu possíveis prospects/clientes.

No mundo atual, extremamente competitivo, sabemos que perder clientes, da forma que for, é muito ruim para qualquer negócio. E não somente isso, mas sabemos também que um cliente satisfeito atrai outros 10, porém um cliente insatisfeito acaba por espantar outros 20. Agora, imagine o que um cliente insatisfeito pode fazer em um canal acessado por centenas, milhares ou talvez milhões de pessoas.

Desenvolva seu plano
Por todos esses pontos, hoje é imprescindível que as empresas desenvolvam seus planos de presença online (PPO). É preciso interagir nos canais existentes e trabalhar o que é dito sobre sua marca/produto. Por ser um ambiente altamente democrático, todos podem falar. E, possivelmente, um concorrente seu pode se valer dessa abertura para não somente fortalecer a própria marca, mas também estimular que prejudiquem a sua. Isso sem considerar também o pool de consumidores que acabam falando do seu produto de maneira direta ou indireta e acabam tendo suas mensagens capturadas e mostradas a partir de uma simples pesquisa no Google, influenciando diretamente no processo de decisão de compra/consumo de um determinado produto/serviço do seu segmento.

Portanto, é fundamental que sua empresa saiba como mitigar a mensagem negativa e também, consiga potencializar a positiva. Muitos gestores acreditam que conseguem isso a partir do momento em que lançam um website. Porém, o site é apenas o início da construção da presença online de uma empresa/marca. Ele é um dos canais criados, mas muito longe de ser o único e o mais importante.

Antigamente escutávamos: se sua empresa não possui um site, ela não existe. Hoje dizemos: se seu site não está no Google (entre os primeiros), você está fora do mercado. Amanhã falaremos: se a sua empresa não conversa com seu público e não atua em cada uma das interfaces interativas de contato, ela não sobreviverá.

Grande parte dessa estratégia pode ser visualizada pelo conceito que conhecemos como 3C – conteúdo, comunidade e comércio. E, basicamente, funciona como uma prova de revezamento de atletismo, onde na passagem de cada etapa existe uma fase de transição – como a passagem do bastão – que precisa ser trabalhada, gerando sinergia e mantendo a harmonia do processo até o fim.

1º C: Conteúdo
A estruturação do conteúdo é a base da pirâmide. Sem o conteúdo não existirá referencial tangível sobre a sua empresa, logo, não existirá contato entre sua marca e seu público consumidor. As pessoas precisam conhecer sua empresa/produto e o conteúdo existe para isso. Não somente para apresentá-los, mas para mostrar seus benefícios, aplicações e diferenciais. Por conteúdo, entenda elementos como websites, hotsites e blogs, por exemplo.

2º C: Comunidade
Uma vez que a sua empresa existe no ambiente online, ela precisa ser conhecida. Se você possuir uma loja física e não informar ao seu público-alvo de sua existência, pouquíssimas pessoas a visitarão (ou ninguém), logo, como sabemos, quanto maior e mais qualificado o público em relação ao produto, maior a chance de conversão – realização de negócios.

Alguns dos elementos que compõem o 2º C são: campanhas interativas, social media marketing (comunicação em redes sociais), ações de performance via buscadores (SEO e SEM, por exemplo), dentre outras.

3º C: Comércio
Por fim, quando há um conteúdo estruturado e as pessoas sabem de sua existência – seja ele ancorado em um website ou realizado por meio de uma interação dentro de uma comunidade no Orkut – atingimos a terceira etapa, que é o trade.

Vale lembrar que o comércio não necessariamente precisa/deve ser realizado via internet. A internet, como a TV e o rádio, é um meio de comunicação, cuja função básica, nesse âmbito, é gerar o estímulo de consumo, porém, permite que a compra/consumo seja realizada não somente no meio físico, mas também pela própria internet. Ou seja, sua empresa não precisa de um e-commerce para que seja fundamental ter um plano de presença online.

O PPO é importantíssimo também para as vendas no PDV físico. Já que, como foi dito, a internet hoje é um dos grandes referenciais de informações e é amplamente utilizada no que tange ao processo decisório para a compra/consumo de um bem/produto/serviço.

Brands must not lose their internal focus amidst the din of new information.

The world has changed. The new reality of online customer conversation means brands will need a strongly defined sense of self in order to succeed. This represents a need to think counter-intuitively about your brand – focusing on the inside more than the outside. The initial challenge is not to better understand and respond to the customer. The challenge is to start with better understanding who you are, what you truly believe in, and what you can realistically offer to your customer.

A lot is being said about the effect of social media on brands – from Tropicana changing its packaging and then changing it back again to the use of social media as a ‘real time’ focus group. But the fundamental problem with all of this is that it focuses on the customer at the expense of the brand.

You’d think the predominant marketing ethos – where you defer to the customer, where you position your brand against a perceived consumer need could only be right for these open-conversation, social media times. Yet the opposite is actually the case.
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O Facebook, rede social com mais de 175 milhões de usuários no mundo, terá uma nova cara para sua homepage, em uma tentativa de tornar o serviço mais rápido e prover uma plataforma de comunicação para marcas. Com estréia no próximo dia 11 de março, a página focará na velocidade das atualizações, que poderão ser filtradas e organizadas pelo usuário.

A primeira mudança é a ferramenta Fluxo. Ela mostra todas as publicações de seus amigos em tempo real, oferecendo a possibilidade de controlar quais pessoas podem aparecer na página. Se quiser evitar, por exemplo, as atualizações de quem não lhe interessa, isso será possível. A nova home permitirá aos usuários saber o que está acontecendo em tempo real, sem contar com o controle que eles terão sobre a maneira como receberão as atualizações. Antigamente, as mudanças eram informadas entre 10 a 15 minutos e agora será instantâneo.

É um mecanismo parecido com o Twitter, como bem aponta o jornal britânico Times. O Facebook havia tentado comprar o rival por US$ 500 milhões no ano passado.

A segunda mudança é que a homepage terá um caixa de status de atualização chamada de “Editor”, com a pergunta: “”What´s on your mind (O que passa pela sua cabeça)”. É um espaço para que os outros saibam o que você está pensando. Ali, os usuários poderão postar comentários, subir fotos ou vídeos e links para matérias e por aí vai. As publicações serão exibidas no seu perfil e nas páginas iniciais de seus amigos.

Outra novidade é a inserção de controles de filtros para que os usuários possam bloquear atualizações de outros e visualizar somente determinados tipos de conteúdos, como fotos, por exemplo. Outra opção é restringir a transmissão de updates para alguns amigos escolhidos.

Plataforma
O Facebook pretende ser também uma plataforma para empresas e personalidades públicas, para que elas possam se relacionar com o público. Essas páginas públicas serão parecidas com as pessoais e poderão ter update nos espaços de cada pessoa, caso ela deseje e sem a necessidade de se tornar amigo.

Fonte: Felipe Turlão – M&M Online

Back in December, Dell reported that offers from its Dell Outlet Twitter account had led to more than $1 million in revenue. A small percentage for a company that books $16B in revenue annually–but a nice number nonetheless, particularly in a dreary economy.

Question is: are they the only ones?

I haven’t yet found anyone else claiming to have micromessaged their way to a number with six zeroes. But I did have an interesting conversation recently with a company that used Twitter to drive a 20 percent increase in sales in December, and additional growth in February. Here’s the story.

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Um longo, esclarecedor e bem escrito artigo sobre a estratégia da Nintendo de investir no que o mercado chama de ‘jogos casuais’.

Mais do que um artigo sobre jogos, ‘Birdman and the Casual Falacy’ (‘Homens-pássaro e a Falácia Casual‘) é um artigo sobre estratégia de mercado que vale a pena ler e reler.

Ainda que seja mais indicado para quem já tem alguma familiaridade com os termos e a situação do mercado de consoles/videogames, é aconselhado a qualquer um que se interesse por negócios.

O original é de um tal Sean Malstrom (que ninguém sabe ao certo quem é), mas há uma ótima tradução no Continue.

Os irmãos aí em cima não estão felizes por acaso. E eles querem mandar os outros pelo cano ;)