Artigo na AdAge aponta os motivos pelos quais as empresas devem pensar muito antes de aderirem ao Twitter

09/04/2009 – 10:56

O Twitter cresceu 1200% no ano passado e duplicou a quantidade de membros nos últimos meses, atingindo 14 milhões em março, de acordo com o instituto Compete. Parece até que todos estão twittando, desde CEO’s até celebridades. Mas será que sua empresa deve tweetar? Veja abaixo as 10 casos em que não se deve tweetar.

1) Se você imagina que Twitter é uma estratégia de mídia social: na verdade, é uma ferramenta, ou tática, mas não uma estratégia. O Twitter só funciona se você já possuir seguidores online anteriormente, que irão ver seus tweets como um canal para interagir com a empresa em nível mais humano;

2) Se todo tweet tem que ser aprovado internamente: o Twitter é uma rede social onde a conversa é rápida e interconectada. Se precisar esperar um dia, ou mesmo algumas horas para que seu texto de 140 caracteres ganhe aprovação de alguém do jurídico, o Twitter é a plataforma errada para você;

3) Se o Twitter servirá para transmitir somente as notícias da sua empresa: as pessoas seguem as outras porque se interessam. E elas precisam ser conquistadas. A dica é ser interessante e enviar poucas mensagens que sejam só sobre você. Se todos os textos tiverem o mesmo foco, você será bloqueado;

Discordo parcialmente. Foco é necessário, mas se for no seu umbigo, esteja certo de que poucos vão querer seguí-lo.

4) Se você acha legal ter um tweeter fantasma para o presidente da empresa: autenticidade e transparência são fatores-chave do Twitter. É até legal se alguém próximo ao CEO tweete para a companhia, desde que a empresa deixe claro o que está fazendo;

5) Se você não quer responder quando as pessoas enviarem tweets para você: Twitter é como um bebedouro de assuntos. Se você sair desse meio, e preferir buscar a água direto na fonte, e falar repetidamente para as pessoas irem junto com você (ou seja, querer sair do padrão que move a comunicação dentro do Twitter, levando a conversa para fora), elas certamente ficarão felizes quando você os abandonar. É a mesma lógica para o Twitter;

6) Se você acha que tweetar com o nome da sua companhia e usar o logotipo como avatar é uma boa idéia: identifique as pessoas que tweetam para sua empresa. Os dias de se esconder atrás de uma corporação sem cara se foram;

Não é bem assim. É muito melhor tuitar com uma pessoa, com nome e cara, do que com uma marca. Ainda assim, as empresas podem (ou devem?) ter um twitter ‘oficial’ ou ‘institucional’, mais ‘engessado’ talvez, mas que seja facilmente identificado pelas pessoas como o canal formal daquela marca.

7) Se você acha que o mais importante no Twitter é fazer muitas pessoas te seguirem: a qualidade importa mais do que quantidade;

8) Se você quer proteger suas atualizações: se as pessoas tiverem que pedir permissão para ver o que você está postando no Twitter, estará indo contra a proposta dele, que é conversação;

9) Se você quer rastrear o Twitter com o Google Analytics: o Google Analytics não te dará um traçado verdadeiro sobre os resultados. O que você pode fazer é rastrear as URL´s que você posta com um serviço como o BudURL ou o bit.ly, mas precisará usar uma ou mais ferramentas de tracking de redes sociais para monitorar sua reputação corporativa e influência no Twitter;

10) Se você pensa que é só entrar e começar a tweetar: ouça primeiro. Monitore o que está sendo dito sobre sua marca, produtos e o mercado em que atua. Aí, entre na conversa e se torne parte da comunidade. Desse modo, suas mensagens ocasionais de marketing serão aceitas, ou ao menos toleradas, porque você está adicionando valor à comunidade.

Artigo publicado no AdAge.com, de B. L. Ochman, estrategista de marketing e blogueira, que está no Twitter ou nos sites WhatsNextOnline.com e Pawfun.com.

Via Meio & Mensagem

Brands must not lose their internal focus amidst the din of new information.

The world has changed. The new reality of online customer conversation means brands will need a strongly defined sense of self in order to succeed. This represents a need to think counter-intuitively about your brand – focusing on the inside more than the outside. The initial challenge is not to better understand and respond to the customer. The challenge is to start with better understanding who you are, what you truly believe in, and what you can realistically offer to your customer.

A lot is being said about the effect of social media on brands – from Tropicana changing its packaging and then changing it back again to the use of social media as a ‘real time’ focus group. But the fundamental problem with all of this is that it focuses on the customer at the expense of the brand.

You’d think the predominant marketing ethos – where you defer to the customer, where you position your brand against a perceived consumer need could only be right for these open-conversation, social media times. Yet the opposite is actually the case.
Read the rest of this entry »

Back in December, Dell reported that offers from its Dell Outlet Twitter account had led to more than $1 million in revenue. A small percentage for a company that books $16B in revenue annually–but a nice number nonetheless, particularly in a dreary economy.

Question is: are they the only ones?

I haven’t yet found anyone else claiming to have micromessaged their way to a number with six zeroes. But I did have an interesting conversation recently with a company that used Twitter to drive a 20 percent increase in sales in December, and additional growth in February. Here’s the story.

Read the rest of this entry »

Administração não é minha área, mas administrar (tempo, dinheiro, pessoas, lazer, sono) é algo que todo mundo faz – bem ou mal, mas faz.

http://www.basecamphq.com/

Há uns 2 anos, procurando um software para gerenciamento de projetos e equipes, dentre outras opções estava o Basecamp, um aplicativo de tirar o chapéu (mas optei por outro, na época, porque precisava de algo para uma intranet). Mas fiquei interessado, e acabei caindo no site da 37Signals, a desenvolvedora do aplicativo.

A 37Signals é, tal como o Google, uma daquelas empresas onde muita gente gostaria de trabalhar. Só que, ao contrário do buscador-que-vai-dominar-o-mundo, a 37S é para bem poucos.

Seu sucesso está diretamente ligado à filosofia do ‘quanto mais simples, melhor’. Seus produtos são simples, com menos funcionalidades. São poucos empregados, que agora trabalham 4 horas por dia (!!!). E seus criadores não desejam crescer apenas por crescer.

Um dos fundadores da 37S está por trás do Ruby on Rails (framework Rails para desenvolver em Ruby), que vem arrebanhado programadores mundo afora por sua praticidade e pela redução no tempo do desenvolvimento (mais tempo em planejamento, menos tempo no desenvolvimento).

Pra passar a régua, tem ainda o livro ‘Getting Real – The smarter, faster, easier way to build a successful web application‘, que ainda não li, mas já está na boca da impressora (é, eu imprimo, sem papo ecológico, por favor).

Voltando ao papo de administração, lá do primeiro parágrafo, a 37S é o que é porque inverte alguns preceitos tidos como ‘imprescindíveis’ para o sucesso de uma empresa nos dias atuais. Agora, como eles fazem isso, já é outro negócio. Como dizem uns: a verdade está lá fora.

O site: http://www.37signals.com/.