Executivos da interativa Sinc e da empresa de pesquisas Capital Pessoal lançam consultoria em posicionamento online.

A ansiedade de ver um site no ar, de conseguir mobilizar seguidores em mídias sociais ou de não ficar fora da mais recente inovação tecnológica move os investimentos de muitos anunciantes nos meios digitais. E, não raro, a pressa esconde falta de entendimento das ferramentas interativas, dos reais benefícios que elas podem trazer para empresas e marcas e, principalmente, do comportamento do público-alvo nos ambientes online.

Depois de se depararem repetidas vezes com o cenário descrito, os executivos da agência digital Sinc e da empresa de pesquisas e análises de consumo Capital Pessoal resolveram se unir no lançamento da consultoria em posicionamento e planejamento Digital Stand Up – ou simplesmente DUP. Desde o início do mês, a iniciativa vem sendo apresentada a anunciantes e agências pelas sócias Roberta Raduan, da Sinc, e Cláudia Giunta, da Capital Pessoal.

“Normalmente, os clientes querem pular direto para as etapas tangíveis de criação e execução dos projetos digitais. Falta compreensão do processo anterior e intangível do planejamento”, frisa Cláudia. Segundo ela, a proposta da DUP é “dar um passo atrás” antes de seguir adiante.

“Há um vício no mercado de comprar o produto final da comunicação interativa, o layout, sem olhar o planejamento de médio e longo prazos, capaz de direcionar melhor os investimentos e evitar perda de tempo e de dinheiro aos anunciantes. O layout deve ser uma manifestação visual do planejamento que o antecedeu”, complementa Roberta.

A DUP se propõe a desenvolver planejamento, pesquisa e posicionamento nos meios digitais, com isenção financeira na recomendação final, já que o cliente poderá executar o trabalho com o fornecedor que preferir. Embora os clientes da Sinc tenham sido os prospects iniciais, os serviços da nova empresa estão sendo oferecidos também a outros anunciantes e até mesmo outras agências.

As duas executivas reforçam que a pretensão da DUP é mais do que pré-testar ideias. Elas querem trabalhar de forma organizada, com métodos de planejamento para o meio digital, contando, inclusive, com a ajuda do público-alvo das empresas contratantes. Essa participação ocorre em uma fase chamada de “cocriação”, na qual consumidores recrutados dão sugestões de ferramentas e conteúdos que gostariam de ver privilegiados pelos projetos em questão. “O meio digital tem especificidades próprias que devem ser entendidas e levadas em consideração pelas marcas”, analisa Roberta.

Por Alexandre Zaghi Lemos para M&M Online

Artigo na AdAge aponta os motivos pelos quais as empresas devem pensar muito antes de aderirem ao Twitter

09/04/2009 – 10:56

O Twitter cresceu 1200% no ano passado e duplicou a quantidade de membros nos últimos meses, atingindo 14 milhões em março, de acordo com o instituto Compete. Parece até que todos estão twittando, desde CEO’s até celebridades. Mas será que sua empresa deve tweetar? Veja abaixo as 10 casos em que não se deve tweetar.

1) Se você imagina que Twitter é uma estratégia de mídia social: na verdade, é uma ferramenta, ou tática, mas não uma estratégia. O Twitter só funciona se você já possuir seguidores online anteriormente, que irão ver seus tweets como um canal para interagir com a empresa em nível mais humano;

2) Se todo tweet tem que ser aprovado internamente: o Twitter é uma rede social onde a conversa é rápida e interconectada. Se precisar esperar um dia, ou mesmo algumas horas para que seu texto de 140 caracteres ganhe aprovação de alguém do jurídico, o Twitter é a plataforma errada para você;

3) Se o Twitter servirá para transmitir somente as notícias da sua empresa: as pessoas seguem as outras porque se interessam. E elas precisam ser conquistadas. A dica é ser interessante e enviar poucas mensagens que sejam só sobre você. Se todos os textos tiverem o mesmo foco, você será bloqueado;

Discordo parcialmente. Foco é necessário, mas se for no seu umbigo, esteja certo de que poucos vão querer seguí-lo.

4) Se você acha legal ter um tweeter fantasma para o presidente da empresa: autenticidade e transparência são fatores-chave do Twitter. É até legal se alguém próximo ao CEO tweete para a companhia, desde que a empresa deixe claro o que está fazendo;

5) Se você não quer responder quando as pessoas enviarem tweets para você: Twitter é como um bebedouro de assuntos. Se você sair desse meio, e preferir buscar a água direto na fonte, e falar repetidamente para as pessoas irem junto com você (ou seja, querer sair do padrão que move a comunicação dentro do Twitter, levando a conversa para fora), elas certamente ficarão felizes quando você os abandonar. É a mesma lógica para o Twitter;

6) Se você acha que tweetar com o nome da sua companhia e usar o logotipo como avatar é uma boa idéia: identifique as pessoas que tweetam para sua empresa. Os dias de se esconder atrás de uma corporação sem cara se foram;

Não é bem assim. É muito melhor tuitar com uma pessoa, com nome e cara, do que com uma marca. Ainda assim, as empresas podem (ou devem?) ter um twitter ‘oficial’ ou ‘institucional’, mais ‘engessado’ talvez, mas que seja facilmente identificado pelas pessoas como o canal formal daquela marca.

7) Se você acha que o mais importante no Twitter é fazer muitas pessoas te seguirem: a qualidade importa mais do que quantidade;

8) Se você quer proteger suas atualizações: se as pessoas tiverem que pedir permissão para ver o que você está postando no Twitter, estará indo contra a proposta dele, que é conversação;

9) Se você quer rastrear o Twitter com o Google Analytics: o Google Analytics não te dará um traçado verdadeiro sobre os resultados. O que você pode fazer é rastrear as URL´s que você posta com um serviço como o BudURL ou o bit.ly, mas precisará usar uma ou mais ferramentas de tracking de redes sociais para monitorar sua reputação corporativa e influência no Twitter;

10) Se você pensa que é só entrar e começar a tweetar: ouça primeiro. Monitore o que está sendo dito sobre sua marca, produtos e o mercado em que atua. Aí, entre na conversa e se torne parte da comunidade. Desse modo, suas mensagens ocasionais de marketing serão aceitas, ou ao menos toleradas, porque você está adicionando valor à comunidade.

Artigo publicado no AdAge.com, de B. L. Ochman, estrategista de marketing e blogueira, que está no Twitter ou nos sites WhatsNextOnline.com e Pawfun.com.

Via Meio & Mensagem

Brands must not lose their internal focus amidst the din of new information.

The world has changed. The new reality of online customer conversation means brands will need a strongly defined sense of self in order to succeed. This represents a need to think counter-intuitively about your brand – focusing on the inside more than the outside. The initial challenge is not to better understand and respond to the customer. The challenge is to start with better understanding who you are, what you truly believe in, and what you can realistically offer to your customer.

A lot is being said about the effect of social media on brands – from Tropicana changing its packaging and then changing it back again to the use of social media as a ‘real time’ focus group. But the fundamental problem with all of this is that it focuses on the customer at the expense of the brand.

You’d think the predominant marketing ethos – where you defer to the customer, where you position your brand against a perceived consumer need could only be right for these open-conversation, social media times. Yet the opposite is actually the case.
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