Cerca de 67% dos internautas acessam redes sociais como o Facebook, sendo que no Brasil o percentual atinge 80%; Por aqui, gasta-se 23% do tempo online com essas redes.

A atividade mais popular na internet é o acesso a redes sociais, à frente de e-mails, de acordo com estudo lançado pela Nielsen. No total, 67% dos internautas exercem essa atividade, contra 65% que utilizam e-mails, sem contar o fato de que o crescimento do alcance das redes e blogs é duas vezes maior do que de outras ferramentas mais tradicionais, como portais, e-mails e buscas.

Enquanto as redes sociais crescem, os portais estão em declínio, diz o estudo, com participação caindo dos 24% de 2006 para 16% em 2008.

Esses sites de relacionamento já representam 10% do tempo gasto pelas pessoas na internet. O Brasil se destaca neste quesito, com dedicação de 23% do tempo para as redes. Sem contar que o nosso País é o primeiro do ranking de alcance das redes, com 80% das pessoas que tem acesso à internet. Os Estados Unidos por exemplo tem índice de 67% e a Alemanha está bem abaixo, com 51%.

Outro fenômeno apontado é que as redes sociais estão quebrando a barreira dos jovens. A Nielsen descobriu que o maior crescimento da maior rede do mundo, o Facebook, veio da faixa de 35 a 49 anos. Além disso, houve acréscimo de duas vezes mais pessoas da faixa de 50 a 64 anos do que dos menores de 18.

A Nielsen aponta ainda que as três maiores redes sociais do Brasil são Orkut, Sonico e MySpace. O Facebook atinge somente 2% da população online do Brasil.

Em nível global, o Facebook tem 108 milhões de usuários (ou 30% da população internauta do mundo, segundo a Nielsen), contra 81 milhões do MySpace e 19,7 milhões do Classmates IOnline. Com a força dos usuários brasileiros, o Orkut é o quarto maior do mundo, com 17,5 milhões e o Linkedln têm 15%.

Fonte: Meio e Mensagem

Brands must not lose their internal focus amidst the din of new information.

The world has changed. The new reality of online customer conversation means brands will need a strongly defined sense of self in order to succeed. This represents a need to think counter-intuitively about your brand – focusing on the inside more than the outside. The initial challenge is not to better understand and respond to the customer. The challenge is to start with better understanding who you are, what you truly believe in, and what you can realistically offer to your customer.

A lot is being said about the effect of social media on brands – from Tropicana changing its packaging and then changing it back again to the use of social media as a ‘real time’ focus group. But the fundamental problem with all of this is that it focuses on the customer at the expense of the brand.

You’d think the predominant marketing ethos – where you defer to the customer, where you position your brand against a perceived consumer need could only be right for these open-conversation, social media times. Yet the opposite is actually the case.
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O Facebook, rede social com mais de 175 milhões de usuários no mundo, terá uma nova cara para sua homepage, em uma tentativa de tornar o serviço mais rápido e prover uma plataforma de comunicação para marcas. Com estréia no próximo dia 11 de março, a página focará na velocidade das atualizações, que poderão ser filtradas e organizadas pelo usuário.

A primeira mudança é a ferramenta Fluxo. Ela mostra todas as publicações de seus amigos em tempo real, oferecendo a possibilidade de controlar quais pessoas podem aparecer na página. Se quiser evitar, por exemplo, as atualizações de quem não lhe interessa, isso será possível. A nova home permitirá aos usuários saber o que está acontecendo em tempo real, sem contar com o controle que eles terão sobre a maneira como receberão as atualizações. Antigamente, as mudanças eram informadas entre 10 a 15 minutos e agora será instantâneo.

É um mecanismo parecido com o Twitter, como bem aponta o jornal britânico Times. O Facebook havia tentado comprar o rival por US$ 500 milhões no ano passado.

A segunda mudança é que a homepage terá um caixa de status de atualização chamada de “Editor”, com a pergunta: “”What´s on your mind (O que passa pela sua cabeça)”. É um espaço para que os outros saibam o que você está pensando. Ali, os usuários poderão postar comentários, subir fotos ou vídeos e links para matérias e por aí vai. As publicações serão exibidas no seu perfil e nas páginas iniciais de seus amigos.

Outra novidade é a inserção de controles de filtros para que os usuários possam bloquear atualizações de outros e visualizar somente determinados tipos de conteúdos, como fotos, por exemplo. Outra opção é restringir a transmissão de updates para alguns amigos escolhidos.

Plataforma
O Facebook pretende ser também uma plataforma para empresas e personalidades públicas, para que elas possam se relacionar com o público. Essas páginas públicas serão parecidas com as pessoais e poderão ter update nos espaços de cada pessoa, caso ela deseje e sem a necessidade de se tornar amigo.

Fonte: Felipe Turlão – M&M Online