Google 'Genius' Chrome

Google 'Genius' Chrome

A família Google dá as boas vindas ao seu mais novo integrante: o navegador Chrome. Contando com a grife e a expertise do Google, o Chrome nasce com saúde e apetite para abocanhar uma boa fatia do bolo dos navegadores.

Além do sobrenome Google, o que o Chrome tem pra oferecer?

Read the rest of this entry »

Na seqüência, lyrics.

Read the rest of this entry »

“Quando todo humano escolher parar de procriar, a biosfera terrestre poderá voltar a sua glória inicial, e todas as criaturas restantes serão livres para viver, morrer, evlouir (se é que crêem na evolução) e talvez deixarem de existir, como tantos outros “experimentos” da Mãe Natureza através dos tempos.”

“Os Voluntários do VHEMT são realistas. Sabemos que jamais veremos o dia em que não haverá mais seres humanos no planeta. Nosso objetivo é a longo prazo.”

“Tem-se considerado que há somente duas chances de que todo o mundo se torne voluntário e pare de procriar: mínima e nenhuma.”

Os trechos acima são do site do Movimento da Extinção Humana Voluntária (Voluntary Human Extinction Movement -VHEMT). Utópico, mas simpatizo com a idéia. Por enquanto, meu filho é um cachorro, bem mais em conta e menos poluente.

Eu sou do tempo do Netscape 3 e sempre torci o nariz pro Internet Explorer. Hoje, Firefox é meu pastor e nada me faltará, pois há uma imensidão de extensões e temas pra todos os gostos e necessidades.

Quem desenvolve para web sabe que o querido cliente, na grande maioria das vezes, nem sabe direito o que é um navegador, muito menos que existem outros além do tal Internet Explorer que já veio no Windows. O IE ainda domina o mercado de navegadores e é ele que temos que usar como principal parâmetro para testar os sites e aplicações desenvolvidas. (Computerworld: o Firefox alcançou, em julho, 19,22% de participação no mercado de navegadores global, segundo a Net Applications e, nos últimos sete meses, o acesso à web pelo Firefox cresceu 36% no Brasil.)

É histórico o problema da falta de padrão entre a forma que os diferentes navegadores entendem os códigos de um site, por exemplo. Mesmo existindo um órgão voltado justamente para a definição de padrões, o W3C, os navegadores (leia-se IE, em negrito) teimam em inventar moda. Isso força os desenvolvedores a terem, no mínimo, 3 diferentes navegadores instalados no Windows (mais uns 2 no Mac, provavelmente só o Firefox nos Linux)

Agora, como se não bastasse as diferenças entre distintos navegadores, ainda há o rastro deixado pelo IE nas suas diferentes versões. Ficando com apenas as 3 mais recentes (5.5, 6 e 7), que habitam a maior parte dos desktops do planeta, são mais 3 malditas formas de interpretar uma página de site! E tem mais: sendo o IE embutido no Windows, você não pode ter mais do que UMA versão instalada no seu PC. Assim, para testar um site em 2 IEs diferentes, você tem que testar em 2 PCs diferentes. A Microsoft é adorável…

Mas agora seus problemas acabaram. Bom, não propriamente agora, já que a solução já existe desde 2006. Eu só a conheci neste ano, quando me vi sem PCs com versões diferentes de IE(ca) na agência. Antes tarde do que nunca.

Yousif Al Saif é a boa alma por trás do Multple IE, um programinha que instala versões standalone dos IEs 3, 4, 5, 5.5 e 6 que realmente funcionam. Bom, na real, eu só testei as versões 5.5. e 6.

Quer baixar? Vai lá: http://tredosoft.com/Multiple_IE

Na seqüência, a letra da música ->

Read the rest of this entry »

1. Fantasmas podem ser nada mais que personagens bugados.
2. Alguns videogames permitem trapacear (cheat). Isso pode explicar a possível existência de mágica ou milagres.
3. O Big Bang foi como ligar a TV.
4. Dormir é como pausar o jogo, ou carregar o próximo nível.
5. A tendência dos videogames é tentar modelar a realidade da melhor forma possível. Desta forma, no futuro poderá haver um videogame que replique a realidade a ponto de que ninguém poderá reconhecer a diferença entre videogame e realidade.
6. Déjà vu existem porque, se a realidade é um videogame, então você pode ter jogado este jogo antes.
7. Em jogos como Pacman e Sonic você é recompensado por comer e juntar coisas.
8. Todos os videogames têm um objetivo, ou propósito. O propósito da vida é descobrir qual é o propósito da vida.
9. As pessoas que você conhece durante a sua vida podem ser outros jogadores, assim como você, ou personagens artificiais criados pelo videogame.
10. Há sempre um jogador melhor do que você.

Tradução lasqueada daqui: Atariology Church

Nós acreditamos que todos os aspectos
da vida podem ser completamente compreendidos
se pensarmos na vida como um videogame,
ou uma simulação.

Esta crença tem as seguintes implicações:

Implicações Existenciais
1. Se a vida é um jogo, então a morte é o fim do jogo atual.
2. O objetivo do jogo é tentar descobrir o objetivo do jogo.
3. Uma simulação perfeita, ou videogame, da vida pode vir a existir no futuro. Para ser considerado ‘perfeito’, este jogo ou simulação deve ser capaz de reproduzir a mesma experiência sensorial da vida.

Implicações Morais
1. A definição de Bem e Mal depende da versão do jogo.
2. Algumas pessoas no jogo são jogadores reais, outros são apenas personagens criados pelo software. É impossível distinguir entre um jogador real e um personagem no jogo.

Implicações de Imortalidade
1. Se é possível criar uma simulação perfeita, então seria possível criar outra simulação perfeita dentro da primeira. Sendo assim, seria possível criar uma hierarquia infinita de simulações perfeitas. Na teoria, uma pessoa poderia atingir a imortalidade ao entrar em simulações perfeitas indefinidamente.

Restrições
1. É possível que duas simulações perfeitas sejam diferentes.
2. O jogo pode ser melhorado (upgraded) ou modificado durante uma partida sem que o jogador perceba.

Tradução tosca deste aqui: Atariology Church

#HRef: Meio Bit

Um longo, esclarecedor e bem escrito artigo sobre a estratégia da Nintendo de investir no que o mercado chama de ‘jogos casuais’.

Mais do que um artigo sobre jogos, ‘Birdman and the Casual Falacy’ (’Homens-pássaro e a Falácia Casual‘) é um artigo sobre estratégia de mercado que vale a pena ler e reler.

Ainda que seja mais indicado para quem já tem alguma familiaridade com os termos e a situação do mercado de consoles/videogames, é aconselhado a qualquer um que se interesse por negócios.

O original é de um tal Sean Malstrom (que ninguém sabe ao certo quem é), mas há uma ótima tradução no Continue.

Os irmãos aí em cima não estão felizes por acaso. E eles querem mandar os outros pelo cano ;)

Há quem diga que ela não existe, mas a bolha da web 2 é tão grande que fica difícil olhar logo ali sem notar o vulto no meio do caminho.

Não tenho muita coisa mais a dizer do que já foi dito em outros cantos da web, por isso indico dois links que valem a leitura.

O post do Fábio Cardoso no Meio Bit é um excelente compêndio das firulas e barbaridades que nascem e morrem na onda da Web 2.0.

“Ah, não tem bolha!” Dirão alguns. “Isso é exagero!”, dirão outros. “Fala baixo”, dirão os donos das novas startups.
Bolha da Web 2.0? Quem é que está com o alfinete?

Já o artigo ‘The Web’s Dirty Little Secret’ tenta apontar a razão de tantas start-ups natimortas e ilustrar o mecanismo que vêm inflando a bolha 2.0.

“The reason that people are finding it so difficult to monetize these products has nothing to do with whether they are good, it has everything to do with the fact that it’s really hard to get normal people to pay for a product when the need doesn’t yet exist for them.”
‘The Web’s Dirty Little Secret’

Jonas John é um cara bem legal. É ver pra crer.

Dentre os vários experimentos do cara, tenho que destacar o site onde ele lista e comenta muitos freewares. Muitos. Vários. Lotes. Gastei mais de hora passeando por lá e encontrei alguns softwares bem interessantes. Parei porque senão ia acabar o espaço do HD ;p

Clica: http://software.jonasjohn.de

Hora dessas ainda chego na letra ‘Z’.

(E eu sei que ‘pêlo’ não tem acento, é coisa arcaica. Mas essa forma sempre me pareceu mais correta, menos ambígua. E o blog é meu, ponto.)